às 15:53:20 em Notícias / FACDO na Estrada

VISITA TÉCNICA - POÇO AZUL - RIACHÃO - MA - 2015-1

 


ÁLBUM DE FOTOS


Ir para o álbum

 

 



RELATÓRIO

 

FACULDADE CATÓLICA DOM ORIONE
ALUNO: JOÃO VICTOR VIEIRA DOS REIS
DISCIPLINA: GESTÃO DE TURISMO E HOTELARIA
PROF.ª: GIANINNA  BRUNO


RELATÓRIO CIRCUNSTANCIADO
VISITA TÉCNICA: POÇO AZUL – RIACHÃO – MA


Realizada no último domingo, 14 de junho de 2015, a visita técnica ao Complexo de Cachoeiras Sta. Barbara e Poço Azul, no município de Riachão – MA, nos ofertou a oportunidade de conhecer e avaliar os serviços disponibilizados aos visitantes no tangente a organização, estrutura e segurança, bem como bastante diversão, descontração e belas memórias.
Avaliando com base no tripé infraestrutura, hospedagem e restaurantes, sobre o qual se sustentam os serviços de turismo, é possível afirmar que o nível do passeio ainda deixa a desejar em alguns pontos, tendo em vista que é um atrativo com elevado número de visitantes devido à sua beleza particular.


Começando pelos meios de acesso que se dão por vias terrestres através da rodovia TO 222 até a travessia do Rio Tocantins que é feita de balsa. Na outra margem já estamos no Maranhão, na cidade de Carolina, onde seguimos pela BR 230 que nos conduz a Riachão, município que abriga o complexo de cachoeiras. Na parte final temos alguns quilômetros de estrada de terra até a entrada do parque.
Na chegada somos recepcionados pelo proprietário do parque que nos instrui sobre como se portar nas dependências do mesmo, as práticas seguras, alimentação, o que se pode levar para as cachoeiras e um breve histórico do local. Em seguida nos preparamos para a descida que é íngreme, porém bem estruturada pelas passarelas e escadarias de madeira bem armada. Como hospedaria existem chalés que podem ser alugados pelos frequentadores, porém em quantidade desproporcional ao volume de fluxo de pessoas. Isso dá-se pelo fato de que a grande maioria deseja apenas passar um dia e retornar às suas casas ao entardecer.
Após conhecermos as cachoeiras do parque partimos para o almoço e percebemos a maior falha estrutural do complexo. O restaurante não comporta a quantidade de pessoas presentes no parque, o que gera superlotação, uma fila quase quilométrica e, possivelmente, mais de uma hora de espera. Sorte dos farofeiros que não precisaram esperar.


Depois de um breve descanso nos é ofertada a chance de conhecer uma outra cachoeira próxima, o Encanto Azul. Fomos em carrocerias de caminhonetes por cerca de 10 minutos de estrada arenosa. Ao chegar percebemos a ausência quase que absoluta de escadas e passarelas, restando-nos enfrentar a descida íngreme e longa por pedras lisas cobertas de areia fina, um perigo para os de idade avançada. Tudo é compensado pela incrível vista dos paredões rochosos e a água azulada de temperatura perfeita. A impressão que temos é de estar em um aquário. No entanto o perigo de deslizamento de pedras espanta a todos os visitantes que, com medo de um acidente grave, se retiram.
Após de um rápido banho estamos prontos para voltamos a Araguaína com essa experiência única na memória. Um lugar exuberante que merece mais investimento e agregação de valor aos serviços de alimentação, o que valorizaria ainda mais a beleza ofertada pela natureza e garantiria o retorno dos visitantes.





.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.


Fonte: